quinta-feira, 9 de junho de 2011

flores

Uma tentativa de fazer flores em cetim com o centro em fantasias -brilhantes e lantejoulas - de tamanhos e cores variadas. Ainda não estão completas, mas o resultado agrada-me. Podem ser usadas como pregadeiras em vestidos ou golas de casacos e até podem enfeitar carteiras e sacos para usar no Verão.

caixa

Esta caixa redonda de cor azul escura foi apanhada no lixo.
Estava nova mas quis dar-lhe um ar mais alegre. Fantasiei apenas a tampa com papel décopatch e rematei-a com fita de cetim, laço e fuxico com botão.

moldura reciclada

Esta moldura em madeira de nogueira estava danificada devido à sua idade. Tem cerca de 50 anos e era da casa dos meus pais.
Estava na hora de lhe dar cara nova. Reciclei-a. Usei 2 tintas 50% de cada e ouro velho. O resultado agradou-me. Agora com seu ar envelhecido vai ser um espelho e ocupará lugar de destaque no meu quarto.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

tapete

Esta peça, em jeito de tapete rodoviário, foi imaginado para uma criança. Criança essa, que é um familiar com 4 anitos.
O tecido , de algodão, foi comprado a metro.
Depois foi só forrá-lo com um tecido forte, acolchoar pelas marcas de estrada impressas no próprio tecido.
Pode ser usado em casa ou ser transportado para onde se deseje. É só estender no chão, colocar os carrinhos e a criança pode então iniciar a brincadeira.

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manta

Este trabalho foi iniciado há meses, mas só agora ficou concluído.Embora seja uma manta pequena, deu algum trabalho e levou algum tempo. É verdade que o pouco tempo e a disposição nem sempre ajudaram. O flying goose leva o seu tempo. O resto da peça são quadrados de tecidos diversos que fui guardando e apenas foi preciso cortá-los com a medida desejada. Aqui fica então a foto.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

antiguidades

Este saco, agora com cara nova, foi renovado a partir doutro já muito velhinho pertença duma tia do meu marido. Aproveitei apenas o bordado à máquina que ela própria fizera. Com quadradinhos em tons de vermelho, como o bordado, fiz uma cercadura, que serviu ao mesmo tempo para lhe aumentar o tamanho. Agora está na casa da aldeia e diariamente recebe o pão pela manhã, que o padeiro deixa na porta. Sim, porque na região este costume antigo ainda se mantém, para todos que o desejam. Quando lá estou não fujo à regra.

almofadas

Ausência não significa paragem. Para mim foi tempo de terminar trabalhos, realizar projectos diversos e planear outros. Fotografias ...poucas, pelo que não posso mostrar tudo que fiz.
Aproveitei também para explorar outras áreas em que meto o dedo, como o quilling cuja criatividade não tem limites.